terça-feira, junho 27, 2006

no jardim, uma pequena pausa com Alberto Caeiro


A espantosa realidade das coisas
É a minha descoberta de todos os dias.
Cada coisa é o que é,
E é difícil explicar a alguém quanto isso me alegra.
E quanto isso me basta.

Basta existir para se ser completo.

foto R.Sousa
Palácio da Cidade

3 comentários:

antonior disse...

Meu caro, muito obrigado pela sua visita, e pelo agrado que me facultou com o seu comentário.

Convido-o, na sequência da minha surpresa e satisfação, a observar o meu post de 5.29.06, "Metafísica"....talvez não seja apenas eu, a encontrar, em comum, alguns esporos periféricos, na forma de sentir que levou à construção dos conteúdos.

Regressarei, em breve.

antonior disse...

Faltou-me dizer que ao estabelecer esse paralelo entre este seu post e o que refiro no meu comentário anterior, fica implícita a minha apreciação a este, que, evidentemente, corresponde, a um sentir, que também faz sentido no meu sentir...

jorgesteves disse...

Trouxeram-me aqui os coleados acasos destas andanças, na corrente de umas quantas fotografias da sua, confessada, sobrinha. Li e achei-me de bem com a sede. No banco do jardim fica o recado de voltar. Com o antecipado prazer da leitura.

abraço,
jorgesteves